Pode estar mesmo ali, a dois passos da berma. Na vastidão nocturna da estação erma e suburbana. Por detrás dos rostos cerrados, olhos vítreos, língua escondida, maxilares tensos, que passam por nós, sonâmbulos, logo pela manhã.
Iuri Bradáček
Publicado em 17 de Novembro de 2009- 0:18 na(s) categoria(s) Etc., Olhares. RSS 2.0.
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